O Instituto das Servas do Sagrado Coração de Jesus Agonizante, é uma comunidade de pessoas que optaram por viver juntas, para continuar na Igreja a obra de salvação, para testemunhar pela união fraterna o Evangelho a todos os homens e sua fé na ressurreição futura . A reparação e o serviço aos mais pobres esprimem a finalidade e o carisma específico do Instituto.

10 de jan. de 2012

Migrando para outro endereço!!!!



Caros leitores, por motivos de utilização será necessário migrar o nosso blog. Este blog ficará no ar até 01 de fevereiro de 2012 após esta data será definitivamente excluído. Você poderá nos acompanhar através deste novo endereço

http://www.servasdosagradocoracao.com/

Desde já agradecemos a compreensão.


Servas do Sagrado Coração de Jesus Agonizante

27 de jun. de 2011

O Bom Pastor

Sexta feira é festa do Sagrado Coração de Jesus, em preparação a este grandioso momento, abaixo algumas orações específicas da nossa Congregação.


Doe-nos, Jesus, de penetrar no teu coração para “compreender com todos os Santos qual seja a amplitude, a largura, a profundeza” daquele amor que ultrapassa toda consciência e converte-nos a Ti (Ef 3,18)
a profundeza” daquele amor que ultrapassa

Leitura( Ez 34,11-16)
Eu conduzirei as minhas ovelhas ao pasto e a elas farei repousar.

Pois eis o que diz o Senhor Javé: vou tomar eu próprio o cuidado com minhas ovelhas, velarei sobre elas. Como o pastor se inquieta por causa de seu rebanho, quando se acha no meio de suas ovelhas tresmalhadas, assim me inquietarei por causa do meu; eu o reconduzirei de todos os lugares por onde tinha sido disperso num dia de nuvens e de trevas. Eu as recolherei dentre os povos e as reunirei de diversos países, para reconduzi-las ao seu próprio solo e fazê-las pastar nos montes de Israel, nos vales e nos lugares habitados da região. Eu as apascentarei em boas pastagens, elas serão levadas a gordos campos sobre as montanhas de Israel; elas repousarão sobre as verdes relvas, terão sobre os montes de Israel abundantes pastagens. Sou eu que apascentarei minhas ovelhas, sou eu que as farei repousar - oráculo do Senhor Javé. A ovelha perdida eu a procurarei; a desgarrada, eu a reconduzirei; a ferida, eu a curarei; a doente, eu a restabelecerei, e velarei sobre a que estiver gorda e vigorosa. Apascentá-las-ei todas com justiça.

Reflexão
Os judeus esperavam o Messias anunciado pelos profetas. Alguns o esperavam como um rei que triunfaria sobre todos os inimigos de Israel e instauraria o seu reino universal e perfeito. Outros o esperavam como o Servo sofredor que tomaria sobre si os pecados do povo. Outros enfim, como o verdadeiro pastor que juntaria os judeus dispersos pelo mundo. Jesus se define como o pastor que veio em nome de Deus juntar o rebanho disperso. Os pastores de Israel são ladrões que tentam tirar proveito da própria posição de chefes e não amam as ovelhas. Mas tudo isto acabará: Jesus é o único pastor.

22 de mai. de 2011

Uma Santa Nordestina

Dom Sérgio da Rocha
Arcebispo de Teresina - PI
Quando se fala de santos, a tendência das pessoas é pensar naqueles que estão nos altares representados pelas imagens, ou que se encontram no céu, ou ainda num passado muito distante. De fato, inúmeros santos viveram há séculos ou há quase dois mil anos, porém muitos outros viveram em nosso tempo. Antes de serem imagens sacras ou de chegarem ao céu, foram pessoas que viveram na terra em meio aos desafios e alegrias da vida cotidiana, como nós. Assim aconteceu com a baiana Irmã Dulce, que será beatificada em Salvador, sua terra natal, no próximo dia 22 de maio. Sua beatificação é relevante para todo o Brasil, porém, enaltece especialmente a Bahia e todo o nosso querido Nordeste. Sua figura e atuação vão muito além da Igreja Católica sendo muito querida e admirada também por gente de outras denominações religiosas. Para a sua beatificação foi importante o reconhecimento de um milagre por sua intercessão, a recuperação de uma mulher sergipana que havia sido desenganada por médicos após sofrer hemorragia durante o parto. Contudo, a sua beatificação é acima de tudo o reconhecimento de uma vida santa que serve de exemplo para todos nós.
Falecida em 1992, já com fama de santidade, a Irmã Dulce, conhecida como o “anjo bom da Bahia”, chamava-se Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes. Ao tornar-se religiosa na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, passou a ser chamada Ir. Dulce. Quando enferma, teve a graça de ser visitada pelo beato Papa João Paulo II, em 1991. Deixou-nos grandes lições de vida como a humildade, a caridade, o serviço, a solidariedade e a partilha, motivada pela fé em Cristo e animada por uma vida intensa de oração. Consagrou-se a Deus servindo aos que sofrem e testemunhando o valor da vida dos que não têm a própria dignidade e direitos reconhecidos. Dedicou-se, com admirável caridade, ao serviço dos pobres, dos desamparados e dos doentes, reconhecendo neles o rosto sofredor de Jesus. Confiando na divina Providência e contando com a solidariedade das pessoas, fundou diversas obras sociais e estabelecimentos, dentre os quais se destaca o renomado Hospital Santo Antonio, em Salvador, em cuja capela encontra-se sepultada. Louvamos a Deus pela nova beata declarada pela Igreja, Irmã Dulce, assim como, por tantas mulheres e homens que se dedicam generosamente ao serviço da caridade em nossas famílias, hospitais, casas de acolhida e comunidades. “Beato”, isto é, “feliz” quem vive o mandamento do amor que Jesus nos deixou, como fez Irmã Dulce.
(Publicado no jornal O Dia, de Teresina, aos 13-05-2011)

17 de mai. de 2011

Nas mãos de Deus

"Deixemos que Deus faça de nós tudo aquilo que ele quiser,
certos de que tudo que retornar para nós será para o nosso
bem, pois estamos nas mão dele."

(Madre Margherita Ricci Curbastro)

24 de abr. de 2011

Feliz Páscoa!!!!Aleluia!!!

Banhados em Cristo,
somos uma nova criatura.
As coisas antigas já se passaram,
somos nascidos de novo.
Aleluia, aleluia, aleluia!

João Paulo II de A a Z

Dia 1° de maio acontecerá em Roma a Beatificação de João Paulo segundo, neste intuito buscaremos colocar aqui em nosso Blog alguns dos aspectos mais tocante da vida deste grande Homem.

São muitos os episódios de João Paulo II que revelam e tornam manifesto estarmos perante um santo, do princípio ao fim, de A a Z. O motor da sua vida foi a oração e a devoção a Nossa Senhora. Ele próprio dizia: “tentam perceber quem sou pelo exterior; mas só chegarão a entender-me pelo interior”.
A recente publicação do livro Porqué es santo, escrito pelo postulador da causa de canonização, oferece múltiplas facetas do seu carácter. Limitamo-nos a recolher alguns episódios publicados nesse e noutros livros.
O anúncio da próxima beatificação do inventor das Jornadas Mundiais, no dia 1 de Maio, despertou uma onda de alegria em muitas pessoas. Em mais de uma ocasião, Bento XVI animou os jovens a seguir o rasto de luz dos santos: “na história da Igreja, os santos encontraram na fé a força para vencer as próprias fraquezas e superar toda a adversidade. Foram construtores de paz, promotores de justiça, animadores de um mundo mais humano. Também vós, se tiverdes fé, se fordes capazes de viver e dar testemunho em cada dia da vossa fé, sereis um instrumento que ajudará outros jovens como vós a encontrar o sentido e a alegria de viver, que nasce do encontro com Cristo.” (Mensagem para as JMJ de Madrid)
Deus queira que o olhar para João Paulo II ajude todos os jovens do mundo a preparar o caminho para as Jornadas Mundiais de Madrid.
Site JMJ Madrid 2011

Amigo dos seus amigos

O afecto que nutria pelos seus amigos e companheiros de juventude sempre se manteve vivo nele não obstante o passar dos anos. Encontrava-se com eles para comer, organizava excursões, escrevia e em mais do que uma ocasião, quando já era Papa, reatou o relacionamento com pessoas que de há muito tempo não via.
Foi o que aconteceu, por exemplo, como o engenheiro judeu Jerzy Kluger, um amigo de infância da época de Wadowice, com o qual Wojtyla desejara entrar em contacto após os trágicos acontecimentos da Segunda Guerra Mundial e da deportação dos judeus para os campos de concentração nazis. Depois de ter sido eleito papa, os dois amigos voltaram a encontrar-se várias vezes, tanto no Vaticano como em Castel Gandolfo, até à morte de João Paulo II.
Também teve muitas delicadezas e provas de afecto com os colaboradores da Cúria Romana, que em muitas ocasiões felicitou no seu dia onomástico ou aniversário de ordenação sacerdotal ou episcopal. No seu último dia de vida quis despedir-se dos mais altos dignitários do Vaticano, mas também de Franco, a pessoa que tinha a seu cargo os aposentos pontifícios; e de Arturo, o fotógrafo que o acompanhou durante muitos anos.

Bom humor na juventude e na velhiceEm certa ocasião perguntaram a uma pessoa muito próxima do Papa, o que é que mais a impressionava de João Paulo II, ao que ela respondeu que era o seu bom humor: “à primeira vista pode parecer que o bom humor é algo de conatural à pessoa. Mas a mim parece-me que é uma constante na vida dos santos. Aos 80 anos, manter o mesmo bom humor de quando se é jovem… só pode encontrar explicação no facto de saber-se criado por Deus”.
Já vergado ao peso dos anos, João Paulo II tinha de se apoiar num bastão para poder caminhar. Aceitou com serenidade esta nova situação. Foi assim que o mostrou, rodando com o bastão, como se fosse um brinquedo, perante milhões de jovens durante a vigília da JMJ de Manila (1995). Houve até ocasiões em que brincava com isso, recorrendo ao seu habitual bom humor. Em 1998, num dos seus discursos disse: “Gostava de vos perguntar: Porque é que o papa anda de bastão?... Estava à espera que respondêsseis: Porque está velho! Mas não; vós destes a resposta certa: Porque é ‘pastor’! O Pastor leva um bastão para apoiar-se e para manter em ordem o rebanho».
Confiança no sacramento da Confissão

Todas as sextas-feiras santas João Paulo II ia confessar à basílica de S. Pedro. Não resistimos em contar um episódio que demonstra a confiança de João Paulo II no sacramento da confissão.
Um sacerdote de Nova York entrou numa igreja de Roma para rezar, e nisto deu de caras com um mendigo. Depois de observá-lo durante instantes, apercebeu-se de que conhecia aquele homem. Era um companheiro de seminário, ordenado sacerdote no mesmo dia que ele. O padre, depois de identificar-se e de o saudar, escutou da boca do mendigo como tinha perdido a sua fé e a sua vocação. Ficou profundamente consternado.
No dia seguinte o sacerdote americano teve a oportunidade de estar com o Papa. Ao chegar a sua vez pediu ao santo Padre que rezasse pelo seu antigo companheiro de seminário, e descreveu por alto a sua situação ao Papa.
Um dia depois recebeu um convite do Vaticano para ir jantar com o Papa e que levasse consigo o tal mendigo. O sacerdote voltou à igreja onde se tinha encontrado com o seu amigo para transmitir-lhe o desejo do Papa. Uma vez convencido o mendigo, levou-o ao seu alojamento, ofereceu-lhe roupa e disse-lhe para se preparar para o encontro com o Papa.
O Pontífice, depois do jantar fez sinal ao sacerdote para os deixar sós, e pediu ao mendigo que o ouvisse de confissão. O homem, impressionado, respondeu-lhe que já não era sacerdote, ao que o Papa respondeu "uma vez sacerdote, sacerdote para sempre". "Mas eu estou destituído das minhas faculdades de presbítero", insistiu o mendigo. "Eu sou o bispo de Roma, tenho poder para tas devolver", disse o Papa.
O homem escutou a confissão do Santo Padre e pediu-lhe por sua vez para que o ouvisse também a ele de confissão». Depois dela chorou amargamente. No fim João Paulo II perguntou-lhe em que paróquia tinha estado a mendigar, e nomeou-o assistente do pároco da mesma e encarregado de atender os mendigos. Fonte: Aciprensa.
Devoção à Divina Misericórdia

Entre os milhares de homens e mulheres de Deus que elevou aos altares, a figura que mais apreciava foi a da religiosa polaca Faustina Kowalska (1905- 1938), apóstola da devoção da Divina Misericórdia.
Em Agosto de 2002, em Lagiewniki, onde a ir. Faustina viveu e morreu, João Paulo II confiou o mundo à Divina Misericórdia, à confiança ilimitada em Deus Misericordioso.Quanta necessidade da misericórdia de Deus tem o mundo de hoje! Onde reinam o ódio e a sede de vingança, onde a guerra leva à dor e à morte dos inocentes é necessária a graça da misericórdia para acalmar as mentes e os corações, e fazer que brote a paz. Onde não se respeita a vida e a dignidade do homem é necessário o amor misericordioso de Deus, a cuja luz se manifesta o incalculável valor de todo o ser humano. Por isso, neste santuário, quero consagrar solenemente o mundo à Misericórdia Divina.
João Paulo faleceu no dia 2 de Abril de 2005, às 21.37, ao terminar o sábado, e já quando tínhamos entrado na oitava da Páscoa e domingo da Divina Misericórdia.
Enfermos, lección constante para él (Doentes, lição constante para ele)




Durante a sua primeira viagem papal, realizada ao México em 1979, visitou uma igreja cheia de doentes e de inválidos. Um dos seus acompanhantes testemunhou a propósito: “O Papa deteve-se diante de cada um deles e tive a impressão de que os venerava a todos: inclinava-se para eles, tentava compreender o que lhe diziam e depois acariciava-lhes a cabeça”.
Os responsáveis pela cerimónia depressa se deram conta que, neste tipo de viagens, não deviam colocar mais de trinta doentes diante do altar. Caso contrário, dado que João Paulo II cumprimentava cada um deles, ficavam alterados os horários dos compromissos que vinham a seguir.
Fé e fortalezaQuando se insistia com ele para que abrandasse o ritmo de trabalho e de viagens e que repousasse um pouco mais, a sua resposta era sempre: “Descansarei na vida eterna”. No decurso da sua última Semana Santa, respondeu desta forma a um cardeal que lhe sugeriu que não esgotasse as suas últimas forças: “Se Jesus não desceu da cruz, por que motivo deveria fazê-lo eu?
Consciente de que o tempo é limitado, desejava aproveitá-lo ao máximo. Num dos últimos anos da sua vida disse: “Cada vez me dou mais conta que se aproxima o momento em que terei de me apresentar diante de Deus. O dom da vida é demasiado precioso para que nos cansemos dele.
Globalidade num mundo global



É o primeiro Papa polaco, e o primeiro vindo de um país comunista. Se o colapso do comunismo se deu a partir de 1989 de maneira pacífica foi, segundo muitos, graças a João Paulo II. Tal como testemunhou um qualificado expoente político: “Cada um deu o seu contributo – o americano Reagan, a britânica Margaret Thatcher e o francês François Mitterrand – mas para os reunir a todos era necessária a intervenção do Santo Padre”. Inclusivamente o presidente russo, Mikail Gorbachov, reconheceu-o abertamente ao afirmar: “Não fui eu que acabei com o comunismo, mas João Paulo II”.
Humildade e gratidão


Em 1991, décimo aniversário do atentado, João Paulo II foi a Fátima para exprimir o seu agradecimento a Nossa Senhora. Na saudação de boas-vindas, um dos presentes voltou-se para ele e exclamou: “Santo Padre, feliz aniversário!”. O Papa continuou a avançar após ter escutado essas palavras, mas depois retrocedeu e respondeu: “Tem razão, a primeira vida foi-me dada; a segunda foi-me oferecida há dez anos”. Um presente que o levou a adoptar o costume de, em todos os dias 13 de Maio pela tarde, à hora do atentado, celebrar uma santa missa de acção de graças na capela privada.
Instrumento de Deus


Considerou-se sempre um instrumento de Deus, ao serviço do que Ele lhe pedira. “A minha vocação é um mistério inclusive para mim”, dizia numa ocasião João Paulo II. “Como se podem explicar os caminhos de Deus? E mesmo assim, sei que em certo momento da minha vida percebi claramente que Cristo me dizia o que tinha dito já a milhares de pessoas antes de mim ‘Vem, e segue-me!’. Era evidente que o que sentia no meu coração não era nem uma voz humana nem uma ideia minha. Cristo estava a chamar-me para que o servisse como sacerdote”.
A ordenação foi um momento chave na vida de Karol Woytila. Sublinhou-o ele mesmo afirmando que “nada tem mais importância para mim ou me causa maior alegria que celebrar diariamente a missa e servir o povo de Deus na Igreja. E isso é assim desde o próprio dia da minha ordenação como sacerdote. Nada o conseguiu alterar em nenhum momento, nem sequer o facto de ser agora Papa”.
Los jóvenes siempre en su corazón (Os jovens sempre no seu coração)
O seu amor aos jovens impulsionou-o a iniciar em 1985 as Jornadas Mundiais da Juventude. Nas 19 edições da JMJ celebradas ao longo do seu pontificado reuniram-se milhões de jovens de todo o mundo.
“O que é a juventude?”, dizia João Paulo II numa entrevista. “Não é somente um período da vida correspondente a um número de anos, mas é ao mesmo tempo um tempo dado pela Providência a cada homem, durante o qual procura como o jovem rico do Evangelho, a resposta às questões fundamentais; não só o sentido da vida mas um plano concreto para começar a construir a sua vida. Nos jovens há um imenso potencial de bem, e possibilidades criativas. Ninguém inventou as jornadas mundiais dos jovens. Foram eles quem as criaram. Não é verdade que seja o Papa quem leva os jovens de um extremo ao outro do globo terrestre. São eles que o levam a ele”.
Karol Woytila em privado
“Karol Woytila exactamente como era visto em público: um homem enamorado, um cristão que olhava para além de si mesmo. A sua peculiaridade pessoal aparecia principalmente na sua relação com Deus. Por isso a sua espiritualidade era atraente e cativante. Sofrendo, ou rindo, não mantinha uma relação especulativa com uma divindade distante. No seu dia-a-dia, estar com Deus constituía a maior paixão, a mais intensa prioridade, e sempre mais, o mais normal do mundo. Deus não é um código moral, mas uma Pessoa com a qual poder falar pessoalmente e inclusive poder dizer se é necessário: ‘Às vezes não te entendo!’” (depoimento de Joaquín Navarro- Valls, ex porta-voz de João Paulo II).
Continua....

11 de abr. de 2011

Exposição mostra momentos de oração do papa João Paulo II

João Paulo II reza absorto na capela, na procissão de Corpus Christi, as luzes, a multidão, o papa-móvel branco que se destaca na imagem. Depois, meditando em Lourdes, na França, diante da gruta, numa de suas últimas peregrinações, doente entre os doentes. E volta-se no tempo no distante 1981, quando é atingido pelos tiros e, depois, com os jovens em Roma enquanto distribui a comunhão. Essas são algumas das 36 fotos da mostra dedicada ao futuro beato, inaugurada esta semana em Roma, Itália, no Pub GPII dedicado ao papa João Paulo II. A exposição é promovida pela Pastoral Jovem do Vicariato de Roma. O diretor da Pastoral, dom Maurizio Mirilli, explica a proposta. "O tema é João Paulo II e a Eucaristia. Nos últimos dias temos visto com frequência imagens do papa Wojtyla em momentos informais ou durante a jornada mundial da juventude, mas nós quisemos oferecer a imagem de um papa que reza, porque para João Paulo II a oração era o centro, o eixo de sua vida. Quem teve a sorte de conhecê-lo de perto conta que João Paulo II passava horas e horas de joelhos ou prostrado diante a Eucaristia, numa entrevista íntima e silenciosa com o Senhor. Cada foto é enriquecida com uma reflexão do futuro beato. "Para viver na Eucaristia, nos recorda uma das legendas, deve-se deter-se em adoração. Experiência que eu mesmo faço todos os dias, trazendo força, consolação e sustento". Uma das últimas imagens é aquela de sua última sexta-feira Santa, com muito sofrimento, enquanto seguia a tradicional Via Sacra por meio de um monitor na sua capela, e nas mãos um crucifixo, força e sustentação até os últimos dias.

Papa envia mensagem ao povo do Rio de Janeiro e se diz consternado com atentado contra crianças


O papa Bento XVI enviou um telegrama, na manhã de hoje, 8, ao arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, no qual se diz “profundamente consternado pelo dramático atentado realizado contra crianças indefesas”, no bairro de Realengo (RJ). O telegrama foi enviado por meio do secretário de Estado, o cardeal Tarcisio Bertone. Segundo o cardeal, o papa convida todos os cariocas, diante desta tragédia, a dizer não à violência que “constitui caminho sem futuro, procurando construir uma sociedade fundada sobre a justiça e o respeito pelas pessoas, sobretudo os mais fracos e indefesos”, disse. No final da mensagem o papa concede a todo o povo brasileiro a sua Benção Apostólica. No mesmo telegrama, o núncio apostólico no Brasil, dom Lorenzo Baldisseri, diz estar unido à dor dos que perderam parentes e amigos e manda uma mensagem ao arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani. “Uno às palavras do cardeal Tarcisio Bertone, à minha fervente oração a Deus Todo poderoso e rico em misericórdia, nesta circunstância tão dolorosa na sua arquidiocese”, disse dom Lorenzo. Leia a íntegra da mensagem abaixo: Excelência Reverendíssima Cumpro o dever de transmitir a Vossa Excelência, o telegrama de Sua Eminência o cardeal Tarcício Bertone, Secretário de Estado: Exmo Revmo Dom Orani João Tempesta Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro Profundamente consternado pelo dramático atentado realizado contra crianças indefesas em um colégio municipal no bairro do Realengo, o Sumo Pontífice deseja assegurar através de Vossa Excelência Revma sua solidariedade e conforto espiritual às famílias que perderam seus filhos e toda a comunidade escolar, com votos de pronta recuperação dos feridos. O Santo Padre convida todos os cariocas, diante desta tragédia, a dizer não à violência que constitui caminho sem futuro, procurando construir uma sociedade fundada sobre a justiça e o respeito pelas pessoas, sobretudo os mais fracos e indefesos. Em nome de Deus, para que a esperança não esmoreça nesta hora de prova e faça prevalecer o perdão e o amor sobre o ódio e a vingança, Sua Santidade Papa Bento XVI concede-lhes uma confortadora bênção apostólica. Cardeal Tarcísio Bertone Secretário de Estado de Sua Santidade Uno às palavras do Cardeal, minha fervente oração a Deus Todo poderoso e rico em misericórdia, nesta circunstância tão dolorosa na sua Arquidiocese. Aproveito o ensejo para expressar meus sentimentos de alta estima.

Dom Lorenzo Baldisseri Núncio Apostólico

3 de abr. de 2011

Onomastico de nossa Madre!!!!



No dia de São Celestino festejamos com muita alegria o onomástico de nossa querida

Madre Celestina!!!

Parabéns !!!!! Estamos unidas na oração, suas filhas do Brasil.

Comunidade de São Bernardo e do Cabuçu.


1 de abr. de 2011

A luz do mundo

Dom Eurico dos Santos Veloso Arcebispo Emérito de Juiz de Fora - MG

O milagre do cego de nascença é contado somente por João. O autor sagrado diz que escreveu seu Evangelho para que crêssemos que Jesus é o Messias, o Filho de Deus, e, crendo, tivéssemos a vida em seu nome. Assim, com a narração do cego de nascença(cf. Jo 9, 1-41), o apóstolo quer mostrar que Jesus é a vida e a luz do mundo: dá a luz ao cego de nascença, em contraste com a cegueira espiritual dos judeus. Percebe-se no interior da narrativa a argumentação encadeada para levar o leitor a adorar Jesus como Filho de Deus. O texto era destinado à catequese dos que iam ser batizado. Da sujeira e da lama do pecado, erguiam-se os novos cristãos, depois de se terem lavado - como o cego - nas águas puras do Batismo. Evidentemente, não bastava o rito do Batismo em si. Era necessária a fé em Jesus e a adesão irrestrita a sua doutrina, acreditando na preexistência de Jesus e como sendo a palavra na qual o Pai se revelou. É preciso ser humilde para reconhecer as próprias cegueiras. Precisamos parar para verificar as trevas as quais carregamos e nos libertar delas, recebendo a luz de Cristo, que nos faz amar os irmãos, praticar a justiça, a fraternidade e a paz.



Site CNBB

Papa reza pelos jovens.

A Sala de Imprensa da Santa Sé informou hoje, 1º de abril, que nas intenções de oração do papa Bento XVI para este mês estão o anúncio do Evangelho aos jovens e àqueles que ainda não conhecem a Boa Nova de Jesus. A intenção do papa para o Apostolado da Oração é: “Para que, através do anúncio crível do Evangelho, a Igreja saiba oferecer sempre, às novas gerações, renovadas razões de vida e esperança”. Sua intenção missionária é: “Para que, através da proclamação do Evangelho e do testemunho da sua vida, os missionários levem Cristo a todos os que ainda não O conhecem”.
Site da CNBB

11 de mar. de 2011

Quaresma, tempo para abandonar o egoísmo

O Papa afirma que seguir os passos da morte de Cristo leva a uma mudança de coração e de vida

Na sua mensagem para a Quaresma o Papa disse que este tempo é uma oportunidade para abandonar o egoísmo e as amarras de possuir. “A cupidez da posse provoca violência, prevaricação e morte: por isso a Igreja, especialmente no tempo quaresmal, convida à prática da esmola, ou seja, à capacidade de partilha.”, disse.
Bento XVI recordou também que uma boa maneira de se preparar para a Pascoa é praticar a leitura da Palavra de Deus. As leituras do Evangelho dos Domingos da Quaresma, disse, “guia-nos para um encontro particularmente intenso com o Senhor”.
Evangelhos da Quaresma
A leitura do primeiro Domingo revela a condição humana. Jesus luta contra as suas próprias tentações e, através dessa batalha, os cristão podem descobrir as suas próprias debilidades humanas e a necessidade da Graça.
No segundo Domingo o Evangelho centra-se na Transfiguração que não só pressagia a Ressurreição, como também permite que a comunidade cristã se dê conta de que Cristo é o seu líder. Também é um convite para deixar de lado as preocupações diárias e colocar-se na presença de Deus.
O terceiro Domingo da Quaresma relata a história do encontro de Cristo com a samaritana. Bento XVI afirma que esta passagem ilustra a paixão de Deus pela humanidade, por todos os homens e mulheres. Também recorda que só Deus pode satisfazer e encher o vazio que tantos homens e mulheres sentem actualmente.
O quarto Domingo da Quaresma poderá ler-se a cura do cego. Este milagre mostra que Cristo não só quer curar fisicamente, mas também iluminar os cantos obscuros da vida das pessoas. Através dessa luz da verdade convida todos a viver como “filhos da luz”.
O Papa também comenta que a história de Lázaro, que se poderá escutar no quinto Domingo da Quaresma, coloca a ressurreição como ponto central. A ressurreição de Lázaro é a maneira como Cristo diz “eu sou a Ressurreição, acreditas nisto?”. É o momento em que a comunidade cristã abandona todas as suas esperanças em Cristo.
Modelo da Sua morte
O seguir o “modelo da Sua morte” meditando a Palavra de Deus e a consequente mudança das nossas vidas, causa uma conversão em nós. A Páscoa converte-se verdadeiramente num novo começo quando os cristãos chegam ao Tríduo Pascal seguindo o exemplo de Cristo.

Fonte site da CNBB

Papa envia mensagem para a Campanha da Fraternidade.

O papa Bento XVI enviou ao presidente da CNBB, dom Geraldo Lyrio Rocha, uma mensagem cumprimentando a Igreja no Brasil pela pela Campanha da Fraternidade, aberta hoje, Quarta-feira de Cinzas.
Leia a íntegra da mensagem.

Ao venerado irmão,
Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana (MG) e Presidente da CNBB
É com viva satisfação que venho unir-me, uma vez mais, a toda Igreja no Brasil que se propõe percorrer o itinerário penitencial da quaresma, em preparação para a Páscoa do Senhor Jesus, no qual se insere a Campanha da Fraternidade cujo tema neste ano é: “Fraternidade e vida no Planeta”, pedindo a mudança de mentalidade e atitudes para a salvaguarda da criação.
Pensando no lema da referida Campanha, “a criação geme em dores de parto”, que faz eco às palavras de São Paulo na sua Carta aos Romanos (8,22), podemos incluir entre os motivos de tais gemidos o dano provocado na criação pelo egoísmo humano. Contudo, é igualmente verdadeiro que a “criação espera ansiosamente a revelação dos filhos de Deus” (Rm 8,19). Assim como o pecado destrói a criação, esta é também restaurada quando se fazem presentes “os filhos de Deus”, cuidando do mundo para que Deus seja tudo em todos (cf. 1Co 15,28).
O primeiro passo para uma reta relação com o mundo que nos circunda é justamente o reconhecimento, da parte do homem, da sua condição de criatura: o homem não é Deus, mas Sua imagem; por isso, ele deve procurar tornar-se mais sensível à presença de Deus naquilo que está ao seu redor: em todas as criaturas e, especialmente, na pessoa humana há uma certa epifania de Deus. “Quem sabe reconhecer no cosmos os reflexos do rosto invisível do Criador, é levado a ter maior amor pelas criaturas” (Bento XVI, Homilia na Solenidade da Santíssima Mãe de Deus, 1/1/2010). O homem só será capaz de respeitar as criaturas na medida em que tiver no seu espírito um sentido pleno da vida; caso contrário, será levado a desprezar-se a si mesmo e aquilo que o circunda, a não ter respeito pelo ambiente em que vive, pela criação. Por isso, a primeira ecologia a ser defendida é a “ecologia humana” (cf. Bento XVI, Encíclica Caritas in veritate, 51). Ou seja, sem uma clara defesa da vida humana, desde sua concepção até a morte natural; sem uma defesa da família baseada no matrimônio entre um homem e uma mulher; sem uma verdadeira defesa daqueles que são excluídos e marginalizados pela sociedade, sem esquecer, neste contexto, daqueles que perdem tudo, vítimas de desastres naturais, nunca se poderá falar de uma autêntica defesa do meio-ambiente.
Recordando que o dever de cuidar do meio-ambiente é um imperativo que nasce da consciência de que Deus confia Sua criação ao homem não para que este exerça sobre ela um domínio arbitrário, mas que a conserve e cuide como um filho cuida da herança de seu pai, e uma grande herança Deus confiou aos brasileiros, de bom grado envio-lhes uma propiciadora bênção apostólica.

Vaticano, 16 de fevereiro de 2011
Bento XVI



1 de mar. de 2011

Maria... mãe da ternura!!!!


Ò Maria
Arbitra e Soberana do meu coração
Alma da minha alma
Vida da minha vida
Depois de Jesus minha pura delícia
Eu, o último dos servos teus...
Mas teu amante sincero
Prostrado a teus pés
A mim e a todas as minhas Filhas Espirituais
Ardentemente recomendo
Á Tua materna proteção.

Pe. Marco Morelli, 08 de outubro de 1872.

“Fraternidade e a Vida no Planeta”

A Paróquia Jesus de Nazaré (SP) realizou neste domingo 27 de fevereiro, um encontro de formação para animadores da Campanha da Fraternidade 2011, “Fraternidade e a Vida no Planeta”. No encontro Pe. Francesco Commissari (pároco) apresentou alguns trechos do vídeo proposto pela CNBB o qual ressalta alguns dos temas abordados na campanha, mas que já há alguns anos vem sendo retomado com abordagens diferentes, tais como:
A intervenção do homem na natureza paralelo aos fenômenos naturais que ocorrem de tempos em tempos; o meio ambiente sendo degradado e em contra partida a ocorrência de chuvas intensas, enchentes e aquecimento global.
Os agentes de pastoral das 13 comunidades da paróquia, participaram da formação e ao longo da quaresma vão poder levar as famílias visitadas um pouco mais sobre a importância da preservação do planeta, do nosso país, da nossa cidade, mas principalmente estimular a uma nova atitude diante do lixo, do consumo desenfreado, do abuso dos bens naturais e uma percepção destes bens como obras do CRIADOR, olhar a CRIAÇÂO num todo sem separar vida humana e natureza.




Cuidar da vida, um desafio.



Diocese de Santo André, 17 de fevereiro de 2011.
“O Senhor Deus tomou o homem e colocou-o no jardim do Éden para cultivá-lo e guardá-lo” (Gn 2, 15).
A leitura dos primeiros capítulos da Bíblia mostra que nós somos o objeto principal do amor de Deus. De fato, Ele nos tirou da terra para nos introduzir em um belíssimo jardim, o Éden. Fomos feitos com carinho pelas mãos do Pai e vocacionados a ser, em toda a nossa existência, a Sua imagem mais perfeita no mundo.
Perceba no versículo proposto que recebemos do Criador uma tarefa clara: cultivar e guardar a terra.
Em primeiro lugar essa “terra” é a nossa própria vida. O propósito divino é que sejamos um jardim bem florido, irrigado, cheio de vida, e não um deserto terrível (cf. Is 51, 3). Isso significa que Deus quer a nossa felicidade, e que Ele tem um plano para nos levar a essa abundância, que passa necessariamente pela adesão a Cristo.
Quando vivemos em paz com Deus, isto é, combatendo as fraquezas de nossa frágil natureza humana, gozamos de paz conosco mesmos e, sobretudo, com as pessoas à nossa volta. Aí atingimos esse grau que Deus espera de nós, esse estágio de harmonia, de alegria, de felicidade, de perdão aos outros, de amor, de solidariedade.
A razão pela qual Jesus, no início do Seu ministério, dirigiu-se, sob a moção do Espírito Santo ao deserto, é a mesma pela qual adentramos esse tempo litúrgico, a Quaresma. E que razão é essa? Purificar o próprio projeto de vida frente ao chamado de Deus. No deserto Cristo foi tentado a abandonar Seu propósito de vida, frente aos ‘prazeres’ que Lhe foram apresentados. Na Quaresma, que nos prepara para a maior festa cristã, a Páscoa, também somos confrontados “no deserto”, em meio às piedosas práticas do jejum, da oração e da caridade; são 40 dias difíceis, de purificação mesmo, de duras provas, ou seja, de “chances do céu” para nos tornar pessoas melhores.
Foi no deserto que Israel aprendeu a obediência a Deus, a duras penas, para então entrar na Terra Prometida. Foi no deserto que Jesus fortaleceu-se espiritualmente para assumir Sua missão com poder. Perceba que o deserto é lugar de passagem apenas, jamais nosso fim último.
Em sua vida também o deserto, ou seja, as provas, não são o destino final. Não se iluda, Deus quer o seu bem, quer que sua vida seja uma contínua bênção, um jardim florido. Por isso, Ele permite tempos de prova em sua jornada, para te refinar e te fazer entrar de vez na posse da vida abundante. Vida a ser cultivada e guardada…
Caso ainda não estejamos usufruindo dessa maravilhosa vida, que o Éden tão bem representa, é porque não temos cultivado e cuidado bem de nosso jardim. Se você fizer sua parte, Deus fará a Dele, e o(a) manterá irrigado(a) e florido(a). Se, contudo, negligenciarmos nosso papel, viveremos em estado desértico, áridos, sem vida, sem cores. O descuido do ser humano com a própria vida reflete-se, entre outras coisas, no descuido com a natureza. Por essa razão, na Campanha da Fraternidade (CF) desse ano, a Igreja no Brasil lança um olhar preocupado sobre a nossa relação com todas as formas de vida no planeta. Estão aí questões problemáticas: aquecimento global, mudanças climáticas, tragédias naturais em toda parte etc.
A Igreja, como mãe, além de preocupar-se com o bem espiritual de cada fiel – instruindo-nos à penitência no período quaresmal, para nos fazer mais semelhantes a Jesus –, desafia-nos ao compromisso de tratar a vida no planeta, vendo-o como se fosse uma pessoa muito querida, não um conjunto de coisas descartáveis.
Se aprendermos a cuidar da Terra, que é dom de Deus colocado em nossas mãos, garantiremos um futuro cheio de esperança aos que nos sucederão. Todavia, se novamente, como muitos tem feito com a terra de suas vidas, descuidarmos desse patrimônio que é a natureza, sofremos as conseqüências de nossas más escolhas.
Como disse o apóstolo Paulo, no texto que motiva essa CF, “a criação geme em dores de parto” (Rm 8, 22); ela grita, ela chora, ela padece em função de nossos erros em sua administração (cultivo e cuidado).
Se tivéssemos um mundo mais cristão, certamente não precisaríamos estar refletindo sobre questões ecológicas na Quaresma, diante do sinal de alerta que a mês a mês, ano a ano, nosso planeta tem emitido… Se cada um de nós, aproveitando esse tempo favorável de conversão, passar a cuidar melhor de sua própria vida, incluindo sua espiritualidade, voltando-se para Deus, buscando a confissão e o jejum e, principalmente a Eucaristia (que será celebrada diariamente em nossa Paróquia na Quaresma), certamente teremos atitudes novas em nossa relação com o mundo onde vivemos, mudando hábitos, evitando desperdícios e incentivando ações de sustentabilidade.
Ter o Paraíso, assim, tanto individualmente, como socialmente, depende de uma decisão nossa. Só vive no deserto quem quer, já que da parte de Deus não falta recursos para nos fazer reflorescer sempre que O buscamos.
O mundo ainda tem jeito, porque o ser humano, em Cristo, ainda tem jeito! Deus conta com você. Faça a sua parte, desperte para o que tem ocorrido ao seu redor e dentro de você. Entenda o seu papel na construção de um tempo mais feliz e sustentável. Coopere com o Criador, cultive e guarde o que está ao teu alcance. Deixe de fazer mal a você mesmo, andando no pecado; deixe de estragar o planeta, vivendo na indiferença, que outra coisa não é senão produto do pecado social, de uma sociedade que tirou Deus do centro e entronizou o deus desse mundo, os prazeres, a ganância, a exploração, e vem colhendo o resultado de sua semeadura: miséria, destruição, escassez de água, até mesmo de ar puro. Jesus deu um basta à tentação; faça o mesmo. Cuide-se e cuide.

Padre Augusto Cesar
Paróquia Nossa Senhora de Fátima – SBCampo

Fonte:
http://www.diocesesantoandre.org.br

18 de fev. de 2011

A concretude do ideal de pobreza.

“O Espírito da pobreza sugerida pelo Evangelho exige em quem à professa, o exercício do trabalho.
Por isso cada Serva em seu serviço, deve usar diligentemente o tempo atribuído ao mesmo serviço. Deve considerar o mesmo como meio de expiação e de reparação, aliás, como oração muito valorizada pelo Sagrado Coração de Jesus.
De fato, também Santo Agostinho diz que reza sempre aquele que sempre trabalha por amor de Jesus.
As Servas serão solícitas em imitar a Sagrada Família, “que na casa de Nazaré unia á oração, o trabalho e alimentava-se assim com o pão fruto de seu suor”.
O trabalho se torna mesmo a nível espiritual, um meio eficaz para contribuir ao resgate do ser humano.

Pe. Marco Morelli, trecho extraído do livro “ Como Aquele que serve”

Presidência da CNBB é recebida pela presidente Dilma Rousseff

Os bispos da Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Geraldo Lyrio Rocha (presidente), dom Luis Soares Vieira (vice-presidente) e dom Dimas Lara Barbosa (secretário geral), foram recebidos em audiência, nesta quinta-feira, 17, pela presidente da República, Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. A audiência começou por volta das 15h30 e durou pouco mais de 40 minutos.
A CNBB conversou com a presidente sobre trabalhos sociais de fronteiras como assistência aos aidéticos, aos dependentes químicos, pessoas com deficiência, filantropia. Outros temas que fizeram parte da pauta foram a erradicação da miséria e da fome, economia solidária, agricultura familiar.
A Presidência da CNBB discutiu também com a presidente Dilma a questão dos povos indígenas e quilombolas, água para a população do nordeste, reformas política e agrária e o Código Florestal.
Segundo o presidente da CNBB, dom Geraldo Lyrio Rocha, a presidente Dilma acolheu com muita atenção os assuntos apresentados pela CNBB. Ao final da audiência, a presidente pediu a dom Geraldo que benzesse a imagem de Nossa Senhora Aparecida, que ela traz junto à sua mesa de trabalho.